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16 de agosto de 2013

Quando não há mais para onde correr é quando se aprende a voar.



O que me tiraram já não me serve. Prefiro o que permaneceu e o que conquistei posteriormente. O que eu buscava existe, mas sempre procurei onde não estava. O que eu tenho não é meu, está comigo apenas. O que eu quero hoje posso não querer amanhã, e isto me tira a ansiedade. Sei somente sobre o que sinto, principalmente quando deixo de sentir. Conheço mais sobre o desespero através do alívio. Conheço mais sobre pessoas quando elas estão distraídas de suas máscaras sociais. Por isso, para minha transparência, distraio-me. Exponho-me. A reação do Outro a mim nos revela: conheço mais sobre nós dois (dele, pelo que não suporta ou seduz, de mim pelo que provoco sendo-estando). Se a vida é trágica para alguns, também conheço esta face dela, apenas não me apropriei do trauma. Se a vida é dádiva para outros, me identifico. Se as coisas não estão fluindo como eu gostaria, tenho a oportunidade de desenvolver meu raciocínio para observar as coisas por outro ângulo.
Quando não há mais para onde correr é quando se aprende a voar.

Desejo boas notícias.

Marla de Queiroz

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